Questão em destaque · Q1129922
“Para Catherine Kerbrat-Orecchioni (1986), o receptor de um enunciado percorre um caminho que vai do conteúdo explícito ao implícito eventual. Conforme a autora, não existem marcas
Colégio Pedro II · Colégio Pedro II · 2018 · Professor - Área: Português
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“Para Catherine Kerbrat-Orecchioni (1986), o receptor de um enunciado percorre um caminho que vai do conteúdo explícito ao implícito eventual. Conforme a autora, não existem marcas de implícito, mas sempre se pode estabelecer uma ancoragem textual explícita para ele.” (ARGELIM, Regina Célia. “Polifonia e implícito como recursos argumentativos em textos midiáticos”. In: PAULIUKONIS, Maria Aparecida; GAVAZZI, Sigrid (Org.). Texto e discurso: mídia, literatura e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003, p.16.)
Tendo por base a citação acima, pode-se afirmar em relação ao Texto VI que, no fragmento “Mas agora já chega, o Comissário já não consegue mobilizar-me mais. E o que disse é verdade, tem razão.” (linhas 29-30), o subentendido está pautado em uma ancoragem de natureza
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