Questão em destaque · Q2572097

Quanto ao emprego do hífen nas formações por prefixação e também por recomposição, isto é, nas formações com pseudoprefixos de origem grega ou latina, apresenta-se alguma inovação.

FURB · Prefeitura de Camboriú · 2022 · Professor - Área: Língua Portuguesa

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P2572097
ID: 2572097
Língua PortuguesaAssunto: Reforma Ortográfica de 2009 (Novo Acordo Ortográfico) · O hífen nos processos de formação das palavras · Interpretação e Compreensão de Textos · Fonologia e Ortografia
Banca: FURB
Ano: 2022
Nível: Superior

Quanto ao emprego do hífen nas formações por prefixação e também por recomposição, isto é, nas formações com pseudoprefixos de origem grega ou latina, apresenta-se alguma inovação. Assim, algumas regras são formuladas em termos contextuais, como sucede nos seguintes casos:


I - Emprega-se o hífen quando o segundo elemento da formação começa por h ou pela mesma vogal ou consoante com que termina o prefixo ou pseudoprefixo (por ex. anti-higiênico, contra-almirante, hiper-resistente).

II - Emprega-se o hífen quando o prefixo ou falso prefixo termina em m e o segundo elemento começa por vogal, m ou n.

III - Emprega-se o hífen nos casos em que o prefixo ou o pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, essas consoantes dobram-se, como já acontece com os termos técnicos e científicos.

IV - Não se emprega o hífem nos casos em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente daquela, as duas formas aglutinam-se, sem hífen, como já sucede igualmente no vocabulário científico e técnico.


Fonte: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/508145/000997415.pdf (Adaptado)


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